Candidatura de Bruno Sheid não empolga eleitorado de Rondônia.

É rejeitado pela esquerda e não colou com os bolsonaristas de direita

As propostas do candidato ao Senado Bruno “Bolsonaro” Scheid não estão encontrando eco no eleitorado bolsonarista de Rondônia neste início de campanha. Desconhecido do meio eleitoral, Sheid é rejeitado pelo eleitor de esquerda em função com a sua proximidade com o ex-presidente e não caiu na graça do eleitorado de direita, que tem preferido levar o nome do ex-secretário de saúde Fernado Máximo, que é o outro candidato ao Senado pelo PL.

O esforço de Bruno Sheid de manter a sua candidatura colada em Bolsonado é gigante, mas não tem colado. Sheid é um desconhecido na política de Rondônia, nunca foi candidato a nada, não tem uma ação desenvolvida em prol da comunidade rondoniense, não tem um trabalho empresarial de liderança e tampouco no setor da produção. Se apresenta como candidato do agronegócio, mas não possui uma efetividade no setor produtivo rondoniense.

Falar que é amigo do Bolsonaro não é suficiente para o eleitorado de um estado que carece de educação, de saúde, de segurança pública, de industrialização. A concorrência de Sheid já entendeu isso faz tempo e tem levado isso para o eleitor, especialmente do interior do estado.

Em algumas reuniões, os adversários tem apontado algumas fraquezas do “candidato do Bolsonaro”, especialmente no cumprimento de algumas obrigações e acordos firmados na pré-campanha. Líderes que haviam assumido compromisso com Sheid estão buscando outros rumos, pois estão vendo a eleição se aproximar e ainda não contam com a estrutura de campanha prometida.

Assessoria

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