A Prefeitura de Porto Velho, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Semusa), está executando a primeira etapa da missão de campo para o mapeamento de riscos e o diagnóstico da segurança hídrica nas comunidades ribeirinhas do Baixo Madeira e na zona rural do distrito-sede.
Para o prefeito Léo Moraes, o trabalho preventivo é fundamental para garantir que as comunidades tenham acesso à água de qualidade durante o período de estiagem.
“Estamos antecipando os desafios para garantir mais segurança e qualidade de vida às comunidades ribeirinhas e rurais. Conhecer de perto a realidade dessas localidades nos permite agir com planejamento e responsabilidade, fortalecendo as ações de prevenção e assegurando o acesso à água potável para a nossa população”, destacou o prefeito Léo Moraes.
A secretária municipal de Saúde, Sandra Cardoso, destacou a relevância de mapear o cenário antes do agravamento do período seco.
“Trabalhar com prevenção é fundamental para proteger a nossa população. Essa missão de diagnóstico nos permite levantar as reais necessidades das comunidades ribeirinhas e rurais para que o município possa planejar respostas rápidas e eficientes, garantindo a segurança do abastecimento de água potável ao longo de toda a estiagem”, destacou a gestora.
A ação interinstitucional conta com a atuação técnica da Divisão de Vigilância, Licenciamento e Risco Sanitário (Dvisa/Semusa) por meio do Programa Nacional de Vigilância da Qualidade da Água para Consumo Humano (Vigiágua). Criado pelo Ministério da Saúde e regido pela Portaria GM/MS nº 888/2021, o programa consiste em um conjunto de procedimentos contínuos com o objetivo de fiscalizar, monitorar e garantir os padrões de potabilidade da água, reduzindo os riscos de doenças transmitidas por água contaminada.
A missão em campo terá continuidade nas próximas semanas: a segunda etapa do trabalho está agendada para o período de 16 a 22 de agosto, e a terceira fase ocorrerá entre 31 de agosto e 4 de setembro.
A diretora do Departamento de Vigilância em Saúde (DVS/Semusa), Geisa Brasil Ribeiro, reforçou a importância do trabalho preventivo desempenhado pelas equipes da capital.
“Nossa missão é identificar antecipadamente as vulnerabilidades no abastecimento de água para consumo humano. Para isso, o Vigiágua atua avaliando a qualidade da água consumida pela população, monitorando os padrões de potabilidade, identificando fatores de risco à saúde e examinando a integridade dos sistemas e soluções alternativas de abastecimento. Com esse diagnóstico, poderemos subsidiar medidas preventivas, orientar os moradores sobre os cuidados necessários e evitar o surgimento de doenças decorrentes da escassez ou contaminação da água”, explicou Geisa.
Com a conclusão do primeiro ciclo neste domingo (8), os dados consolidados pelas equipes técnicas da Dvisa/Semusa servirão de base para o direcionamento das próximas fases da ação e para o planejamento preventivo das políticas públicas do município.
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Secom


