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Cras Dona Cotinha fortalece vínculos familiares por meio de oficina permanente para gestantes

Iniciativa da Semias oferece orientação, escuta qualificada e acompanhamento às futuras mães atendidas pelo Serviço de Proteção e Atendimento Integral à Família (PAIF)

A Prefeitura de Porto Velho, por meio da Secretaria Municipal de Inclusão e Assistência Social (Semias), desenvolve, no Centro de Referência de Assistência Social (Cras) Dona Cotinha, uma oficina permanente voltada às gestantes do território atendido pela unidade. A ação integra as atividades do Serviço de Proteção e Atendimento Integral à Família (PAIF) e tem como objetivo fortalecer os vínculos familiares e comunitários, além de oferecer acolhimento e orientação às futuras mães.

“Realizada desde 2023, a oficina proporciona um espaço de diálogo, troca de experiências e apoio às gestantes, contribuindo para que vivenciem a gravidez com mais segurança, informação e confiança. Durante os encontros, são abordados temas relacionados à maternidade, ao fortalecimento do vínculo entre mãe e bebê, à convivência familiar, à rede de proteção social e ao acesso aos serviços públicos”, informou a coordenadora do Cras Dona Cotinha, Maria do Carmo Ikenohuchi.

O prefeito Léo Moraes destacou que investir no cuidado com as gestantes é fortalecer as famílias desde os primeiros momentos da vida. “Nosso compromisso é garantir que as famílias de Porto Velho encontrem nos equipamentos públicos acolhimento, orientação e respeito. A oficina realizada pelo Cras Dona Cotinha demonstra a importância de cuidar das futuras mães, fortalecendo os vínculos familiares e contribuindo para o desenvolvimento saudável das crianças desde a gestação.”

Cada oficina é composta por três encontros semanais, realizados ao longo do mês

O secretário municipal de Inclusão e Assistência Social, Paulo Afonso, ressaltou que o acompanhamento oferecido pelo Cras faz parte da política de proteção social básica desenvolvida pela Semias. “A gravidez é um período de muitas transformações e desafios. Por isso, a Semias busca oferecer um atendimento humanizado, que acolha as gestantes, fortaleça sua autoestima e aproxime essas mulheres da rede de proteção social. Esse trabalho também contribui para fortalecer os vínculos familiares e comunitários, que são fundamentais para o desenvolvimento das crianças.”

Atendimento contínuo

A oficina é conduzida pelas técnicas de referência do PAIF, a assistente social Carmem Lúcia dos Reis Sampaio e a psicóloga Shirley Cristina Santos de Almeida Moreira, com suporte administrativo da auxiliar de serviços sociais Elaíne Chaves Cavalcante.

A cada mês é formada uma nova turma de gestantes. Cada oficina é composta por três encontros semanais, realizados ao longo do mês, permitindo que as participantes acompanhem uma programação contínua de orientações, escuta e fortalecimento de vínculos.

Grupos variam de acordo com a demanda do território, reunindo entre 15 e 35 gestantes inscritas

Os grupos variam de acordo com a demanda do território, reunindo entre 15 e 35 gestantes inscritas. Em média, de sete a doze participantes iniciam cada ciclo e permanecem até a conclusão da oficina, demonstrando o vínculo construído durante as atividades.

Proteção social e fortalecimento das famílias

O trabalho desenvolvido pelo Cras Dona Cotinha reafirma o compromisso da Semias com a promoção da proteção social básica, oferecendo atendimento humanizado e fortalecendo o papel da família como principal espaço de cuidado, proteção e desenvolvimento.

Por meio de ações como essa, a Prefeitura de Porto Velho amplia o acesso da população aos serviços socioassistenciais, promove a prevenção de situações de vulnerabilidade e fortalece os vínculos familiares e comunitários, contribuindo para uma cidade mais acolhedora e inclusiva.

“A gestação é um período de muitas mudanças físicas e emocionais. Na oficina, buscamos oferecer um espaço seguro de escuta, acolhimento e troca de experiências, onde as gestantes possam compartilhar suas dúvidas, fortalecer sua autoestima e construir vínculos mais saudáveis com o bebê, com a família e com a comunidade. Esse acompanhamento contribui para que elas vivenciem a maternidade com mais segurança, confiança e acesso à rede de proteção social”, disse a psicóloga Shirley Cristina Santos Moreira.

Secom

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