Ex-prefeito Hildon Chaves corrigiu salários pela inflação anual, realizou obras aguardadas há anos, pagou dívida
milionária dos prefeitos anteriores e ainda deixou R$ 400 milhões nos cofres de Porto Velho
O ex-prefeito de Porto Velho, Hildon Chaves, ao assumir o cargo, em 2017, encontrou o município com uma
dívida estimada em R$ 585 milhões, referente às administrações anteriores da capital. “A prefeitura não tinha
mais crédito na praça, nem para comprar um pneu de bicicleta”, recorda Hildon. “Porto Velho tinha uma série de
obras inacabadas e nem um centavo para fazer investimentos”.
Ao deixar a prefeitura, no final de 2024, Hildon já havia equacionado todas as dívidas e ainda deixou R$ 400
milhões nos cofres do município. A nota de Porto Velho passou para “Triplo A”, a mais alta no ranking de crédito,
possibilitando acesso a toda gama disponível de investimentos com aval do Governo Federal. “Fizemos uma
gestão bem ajustada e deixamos uma prefeitura financeiramente saudável”, ressalta Hildon.
Atual pré-candidato ao Governo do Estado pela Federação União Progressistas, Hildon explica que não houve
“nenhum milagre” durante seus oito anos como prefeito. “Apenas colocamos em prática os dois pilares que
considero fundamentais: a gestão de qualidade e o combate permanente à corrupção”, ensina. “Acrescento ainda
um olhar atento à população e o desejo de cuidar das pessoas”, diz Hildon, que antes de entrar para a política,
SALÁRIOS CORRIGIDOS
Em seus dois mandatos, Hildon corrigiu os salários dos servidores anualmente pelo índice oficial de inflação.
“Recebemos a prefeitura com um percentual de comprometimento de 54% do orçamento com salários. Ao final
de oito anos, entregamos o município com um percentual de 46%, liberando uma fatia considerável de recursos
para a nova administração pagar os salários do funcionalismo”.
Além da questão salarial, o ex-prefeito realizou obras que eram aguardadas há muito tempo pela população.
“Fizemos a nova rodoviária em apenas um ano e meio, concluímos as obras nos viadutos que atormentavam os
cidadãos e pareciam ser insolúveis, asfaltamos mais de 800 quilômetros de vias da capital e substituímos as
antigas lâmpadas a vapor por mais de 120 mil lâmpadas de Led, gerando uma economia mensal de R$ 2 milhões
que se perpetua até hoje”.
Hildon também administrou diversas crises, como a falta de transporte escolar adequado para milhares de
estudantes residentes nos distritos da capital. “Na época, nós adquirimos uma frota com 162 ônibus novos, para
atender 6.400 alunos da rede pública municipal”, relembra. “Pagamos à vista, utilizando apenas recursos da
prefeitura, para resolver uma questão que consideramos fundamental, que é a educação de crianças e jovens”.
Outro exemplo de gerenciamento de crises foi a reabilitação completa da EMDUR – Empresa de Desenvolvimento
Urbano de Porto Velho. “A EMDUR não conseguia andar com as próprias pernas, pois dependia da ajuda da
Prefeitura até pra pagar a folha de salários”, diz o ex-prefeito. “Recuperamos a empresa e hoje a EMDUR tem
receita própria suficiente para fazer investimentos e pagar suas contas sem depender de nenhuma ajuda
externa”.
“TRIPLO A”
Hildon Chaves destaca que a classificação de rating “triplo A” alcançada em sua administração é restrita a
pouquíssimos municípios do país. “Talvez menos de meia-dúzia”, enfatiza. “Além disso, a cada real que obtivemos
de empréstimo para o município, conseguimos pagar quatro reais relativos às dívidas das administrações
anteriores, isso também é bastante relevante”, ressalta o ex-prefeito.
Ao finalizar seu mandato, Hildon deixou Porto Velho com uma capacidade de investimento próxima de R$ 600
milhões, já autorizada pelo Governo Federal. “Além disso, havíamos feito uma operação de crédito de R$ 100
milhões, dos quais investimos R$ 10 milhões, ou seja, deixamos R$ 90 milhões disponíveis para obras estruturais,
de longo prazo, além de R$ 30 milhões na conta da EMDUR, recursos oriundos do Banco do Brasil para realização
de obras públicas”.
“Importante também dizer que o município ficou com um superávit de R$ 280 milhões na conta do tesouro, ou
seja, foram pagos todos os empenhos, todas as dívidas restaram quitadas e sobrou esse valor na conta principal
do município”, diz o ex-prefeito. “Também tivemos um superávit na conta da Educação, de mais R$ 78 milhões, e
na conta da Saúde, com mais R$ 45 milhões. Somadas as três contas principais da Prefeitura, houve um superávit
de R$ 400 milhões para investir em benefício da população”, explica Hildon.
Considerando que foram pagos R$ 585 milhões em dívidas das gestões anteriores, mais um superávit de R$ 400
milhões, sob os oito anos da administração de Hildon Chaves, a Prefeitura de Porto Velho teve um resultado
positivo próximo da casa de R$ 1 bilhão. “Todos estes números estão disponíveis nos balanços da Prefeitura e
podem ser consultados no Portal da Transparência”, finaliza.
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