Após casos recentes de hantavírus chamarem atenção das autoridades de saúde, especialistas alertam para os principais sintomas da hantavirose e explicam quando procurar atendimento médico.
Doença pode começar como uma gripe
Segundo infectologistas, a hantavirose costuma provocar sintomas parecidos com os de uma gripe comum nos primeiros dias.
Além disso, febre alta, dores no corpo, dor de cabeça, cansaço intenso e mal-estar aparecem entre os sinais mais frequentes.
Contato com roedores aumenta risco
De acordo com o Ministério da Saúde, a transmissão acontece principalmente pela inalação de partículas contaminadas por urina, fezes ou saliva de roedores infectados.
Por isso, locais fechados, galpões, celeiros, depósitos, áreas rurais e ambientes com poeira acumulada exigem atenção redobrada.
Falta de ar serve como sinal de alerta
Especialistas afirmam que o quadro pode evoluir rapidamente para problemas respiratórios graves.
Além disso, sintomas como falta de ar, queda na oxigenação e piora acelerada do estado de saúde exigem atendimento médico imediato.
Médico precisa saber sobre exposição
Durante a consulta, o paciente deve informar se teve contato recente com locais infestados por ratos, limpeza de imóveis fechados ou ambientes com grãos armazenados.
Segundo o infectologista Daniel Paffili, esse histórico ajuda os médicos a levantarem a suspeita da doença mais rapidamente.
Doença não possui tratamento específico
Atualmente, não existe um medicamento específico contra o hantavírus.
No entanto, médicos utilizam tratamentos de suporte conforme a gravidade do quadro, principalmente em pacientes com complicações respiratórias.
Especialista alerta sobre erro comum
O infectologista também afirma que muitas pessoas cometem o erro de varrer locais contaminados por fezes ou urina de roedores.
Segundo ele, essa prática levanta partículas no ar e aumenta o risco de inalação do vírus.
Medidas ajudam na prevenção
Especialistas recomendam abrir portas e janelas antes de limpar ambientes fechados e utilizar água sanitária para umedecer superfícies contaminadas.
Além disso, o uso de luvas e máscaras ajuda a reduzir o risco de exposição ao vírus.
Fonte: Janayna Carvalho – Jornalista Viva Goiás




