A Prefeitura de Porto Velho já instaurou o processo administrativo para romper o contrato emergencial de coleta de resíduos com o consórcio EcoPVH, após uma sequência de reclamações de moradores, irregularidade nas rotas e acúmulo de lixo em diferentes regiões da capital.
Nesse sentido, o município busca agora a substituição com a possibilidade grande da gestão municipal quer colocar no lugar a terceira colocada do certame, a Sistemma, empresa que está no centro de maior crise de coleta de lixo em Belo Horizonte, com mais de 1,6 mil toneladas de lixo acumulado nas ruas, em meio a paralisação dos garis e questionamentos trabalhistas, conforme relatado em cobertura local.

As tratativas para trazer a Sistemma já avançaram. Funcionários da própria Prefeitura estariam conduzindo negociações internas para viabilizar a convocação, em um movimento que eleva o risco de Porto Velho trocar a precariedade de um operador contestado por outro que está em crise operacional e trabalhista em outra capital.
Greve de garis em regiões de BH entra no 2° dia e segue por tempo indefinido
A greve dos garis responsáveis pela coleta de lixo de parte de Belo Horizonte entrou no segundo dia e deve continuar por tempo indeterminado. A informação foi confirmada por integrantes do movimento nesta terça-feira (20).
A paralisação afeta as regionais Leste, Nordeste e Noroeste da capital mineira, onde as ruas acumulam lixo desde segunda (19).
Os trabalhadores reivindicam melhores condições de trabalho e reclamam de falta de benefícios, como plano de saúde, além de atrasos no depósito do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).
Representantes da Sistemma Serviços Urbanos, responsável pelo contrato com a prefeitura, tentaram negociar o retorno das atividades, mas não houve acordo. Em nota, a empresa disse que foi pega de surpresa e classificou o movimento como irregular (leia posicionamento mais abaixo).
Conforme os garis, a proposta apresentada previa a contratação de apenas dez funcionários para recompor o quadro e um prazo de dez dias para o conserto dos caminhões. No entanto, a categoria rejeitou os termos e decidiu manter a paralisação por tempo indeterminado.
A Prefeitura de Belo Horizonte informou que a Superintendência de Limpeza Urbana (SLU) acompanha as negociações.
Impactos da paralisação
Moradores da capital sentem os impactos da paralisação do serviço de coleta em várias regiões da cidade.
Com informações da Assessoria e G1 Belo Horizonte


