Segunda-feira, Março 9, 2026
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Caso de vereador acusado de se masturbar na frente de vizinha repercute nacionalmente; ele nega as imputações

Parlamentar foi conduzido à delegacia e liberado após denúncias; UOL noticiou a suspeita de ato obsceno contra vizinha

Porto Velho, RO — O vereador William Cândido (Republicanos), de Ji-Paraná (RO), divulgou uma nota oficial na última segunda-feira (13) negando as acusações que levaram seu nome a ser notícia em portais de abrangência nacional, como o UOL. O caso foi registrado no sábado (11), quando ele foi conduzido pela Polícia Militar à delegacia após denúncia de suposto ato obsceno em via pública.

Segundo matéria publicada pelo portal UOL, Cândido teria sido acusado de se masturbar na frente de uma vizinha. Conforme o relato noticiado, a mulher afirmou que o vereador teria abaixado parcialmente as calças e feito gestos enquanto a chamava, aparentando estar “visivelmente descontrolado”. A Polícia Militar, de acordo com o boletim de ocorrência, relatou que o parlamentar apresentava “forte odor etílico, fala desconexa e desequilíbrio evidente”.

Ainda segundo o UOL, a mulher relatou ter recebido mensagens de “teor inconveniente” após o episódio, o que a levou a registrar a ocorrência. O vereador foi liberado pela Polícia Civil após prestar depoimento. O advogado de defesa, Célio Tavares, declarou ao portal que não havia “qualquer elemento de prova”, apenas “a palavra da suposta vítima”.

Na nota divulgada nesta segunda-feira, Cândido afirmou que as denúncias são “infundadas” e que colaborou integralmente com as autoridades. “Na noite do dia 11 de outubro de 2025, fui conduzido pela Polícia Militar até a Delegacia de Polícia, em razão de denúncias infundadas. Desde o primeiro momento, colaborei integralmente com as autoridades, franqueando voluntariamente a entrada da Polícia em minha residência, onde me encontrava”, escreveu o parlamentar.

O vereador também negou ter cometido qualquer irregularidade: “Ressalto, de forma clara e enfática, que NÃO pratiquei qualquer ato obsceno, imoral ou indecoroso.” Ele classificou as acusações como resultado da “manipulação de um grupo organizado e mal-intencionado” e disse que não chegou a ser preso nem permaneceu detido.

Na mesma nota, Cândido informou que foi protocolado um pedido de cassação de mandato na Câmara de Ji-Paraná, apresentado pelos vereadores André Moreira e Edinho Fidelis, ambos do PSD. “Diante desse novo e grave cenário, informo à sociedade que minha prioridade agora é o exercício pleno do direito de defesa e a colaboração absoluta com todas as investigações, de forma transparente, firme e leal à verdade”, afirmou.

A Câmara Municipal de Ji-Paraná divulgou posicionamento público em que repudia o episódio e considera a atitude atribuída ao parlamentar “absolutamente incompatível com a postura ética e moral que se espera de um agente público”. A Casa informou que acompanhará o caso e adotará as medidas cabíveis “dentro dos trâmites legais e regimentais”.

O vereador finalizou a nota reforçando que permanece no exercício do mandato e confia no resultado das investigações. “Continuarei firme no exercício do mandato, com serenidade, fé e confiança no poder da Justiça e no julgamento do povo”, declarou.

NOTA DA CÂMARA:

NOTA DO VEREADOR:

Por: Redação | Rondônia Dinâmica

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