Unidade, que foi referência no combate à Covid-19, ganha leitos de UTI e espaços modernizados
O Centro de Medicina Tropical de Rondônia (Cemetron), referência no enfrentamento de doenças infecciosas, passou por um processo de expansão e modernização que promete consolidar sua relevância no sistema de saúde pública do estado. A unidade, que foi peça-chave durante a pandemia de Covid-19, quando precisou duplicar seu quadro de servidores para atender à demanda emergencial, agora recebe investimentos em infraestrutura para ampliar a capacidade de atendimento e melhorar as condições de trabalho dos profissionais.
“O Cemetron cresceu muito na época da pandemia, a gente praticamente duplicou o número de servidores. Hoje já estamos aqui na parte administrativa do hospital, com direção, gerência médica e gerência de enfermagem instaladas nesta nova área. Isso dá muito mais conforto para o servidor, com um ambiente mais iluminado e com refrigeração adequada”, afirmou Caroline Kohara, diretora da unidade.
A reforma inclui a entrega de espaços estratégicos, como um almoxarifado moderno e um auditório para cem pessoas. Enquanto a ala administrativa já funciona, as áreas de atendimento ao paciente aguardam a instalação final de equipamentos. Entre as novidades, está a criação de uma Unidade de Terapia Intensiva com dez leitos exclusivos para infectologia, além de uma Central de Material Esterilizado de 175 metros quadrados e cinco novos leitos de internação.
“A UTI de dez leitos de infectologia vai contemplar as duas macros regionais do estado, e a central de material esterilizado dará suporte às unidades públicas da capital. A reforma também contemplou o almoxarifado, que agora conta com um espaço muito maior, já inaugurado e em uso pelos nossos servidores, permitindo um armazenamento mais adequado dos materiais”, explicou Kohara.
Com a conclusão das obras, a Secretaria de Saúde espera aumentar a capacidade de internação do hospital e fortalecer a missão do Cemetron como centro de referência no tratamento de doenças infecciosas, além de garantir melhores condições de trabalho aos profissionais que atuam na linha de frente.
Natália Figueiredo – SGC


