Quarta-feira, Junho 24, 2026
spot_img
spot_img
spot_img

Calendário da Copa do Mundo 2026

Ver todos os jogos
Carregando jogos...
InícioGERALGoverno Lula aumenta preço mínimo de venda de cigarros no varejo. Veja

Governo Lula aumenta preço mínimo de venda de cigarros no varejo. Veja

O preço mínimo de venda dos cigarros no varejo vai mudar progressivamente nos meses de setembro e novembro de 2024

O governo federal editou, nesta quinta-feira (1º/8), decreto para retomar a política de aumento da alíquota do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) que incide sobre cigarros.

Com isso, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o ministro em exercício da Fazenda, Dario Durigan, estabeleceram a mudança do preço mínimo de venda desses produtos pelo varejo.

A alteração está presente em portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta quinta-feira. A medida afeta os preços do maço, box e vintena dos cigarros.

A política não era atualizada desde 2016, época do governo da ex-presidente Dilma Rousseff (PT).

Na decisão, a partir de 1º de novembro deste ano, a alíquota que incidirá sobre os cigarros será de 66,7%, passando de R$ 1,50 para R$ 2,25 — o que representa um acréscimo de R$ 0,75 (ou de 50%) no preço mínimo de venda.

“Imposto do pecado” sobre cigarros

O projeto de lei que vai regulamentar a reforma tributária prevê que cigarros, bebidas alcoólicas e açucaradas, veículos poluentes, extração de minério de ferro, carros e apostas esportivas estarão sujeitos à cobrança do Imposto Seletivo (IS), popularmente conhecido como “imposto do pecado”.

Confira os produtos que serão sobretaxados a partir da implementação da reforma:

  • Bebidas alcoólicas;
  • Bebidas açucaradas;
  • Bens minerais;
  • Concursos de prognósticos e fantasy games (jogos on-line e apostas esportivas);
  • Embarcações e aeronaves;
  • Produtos fumígenos (cigarros); e
  • Veículos (exceto caminhões).

Desoneração

Conforme o jornal Folha de S.Paulo, o governo Lula estudava elevar a tributação de cigarros para ajudar a compensar os impactos da desoneração da folha de pagamentos de 17 setores da economia e municípios.

O impacto dessa renúncia tributária em 2024 é estimado em R$ 25,8 bilhões, segundo o secretário da Receita Federal. O Congresso Nacional precisa apresentar medidas compensatórias para a desoneração da folha até 11 de setembro, por determinação do Supremo Tribunal Federal (STF).

Fonte: Mariana Andrade / Metrópoles

MAIS ACESSADAS